Laser CO2 fracionado em Porto AlegreTecnologia reduz estrias, cicatrizes de acne e colabora para rejuvenescimento com laser CO2 fracionado.

Laser CO2 fracionado é um tratamento para rejuvenescimento facial e corporal que reduz manchas na pele e também permite suavizar estrias, celulite e cicatrizes, incluindo cicatriz de acne, cirúrgica ou acidental. A tecnologia que combina laser CO2 fracionado e radiofrequência no mesmo aparelho possibilita tratamento profundo da flacidez e até de rugas finas e sulcos, como o bigode chinês.

Os procedimentos a laser realizados na Clínica Leger estão em conformidade com os requisitos da ISO 9001:2008, um rígido Sistema de Gestão da Qualidade empregado em mais de 160 países. A indicação e realização de procedimentos a laser são atividades exclusivas do médico. Sendo obrigatória a avaliação presencial para que o médico avalie o aspecto físico e histórico do paciente antes de decidir se o laser CO2 fracionado é ou não o melhor tratamento.

Realizado com radiofrequência, energia capaz de estimular a produção de colágeno, o tratamento com laser CO2 fracionado pode ter seu tempo de recuperação reduzido. O colágeno é a proteína responsável pela sustentação da pele e está presente também na formação dos ossos e músculos, sendo um importante componente estrutural, representante de cerca de 30% de toda a proteína do organismo. A partir dos 30 anos nosso corpo reduz anualmente a produção de colágeno em 1%; por volta dos 50 anos, apenas 35% do colágeno necessário para sustentação é produzido pelo próprio corpo. Existem algumas formas de aumentar os níveis de colágeno, entre elas, a radiofrequência, uma tecnologia de ação superficial que estimula a produção da proteína. Associada ao laser CO2 fracionado, a radiofrequência pode atingir níveis profundos de estimulação à medida que o laser facilita sua penetração na pele.

representação gráfica da ação do laser de co2 fracionado no tratamento de manchas na pele

A aplicação de laser CO2 fracionado objetiva a destruição celular ou de substâncias orgânicas provocando fotocoagulação, queimadura, liquefação ou vaporização. Os feixes de luz emitidos pelo aparelho provocam a coagulação das células entre os 60°C e 85°C, acima desta temperatura as moléculas são carbonizadas. O principal objetivo do tratamento é provocar a renovação da pele, eliminando células mortas, suavizando manchas e incitando a reprodução do tecido. A estimulação de colágeno por radiofrequência potencializa o tratamento, facilitando a estruturação do novo tecido.

O fracionamento dos feixes de luz do laser CO2 é uma evolução da tecnologia que agride menos a pele e acelera a recuperação. Ao invés de emitir o laser de forma contínua, o aparelho realiza pulsos fracionados, evitando atingir algumas porções da pele. São essas regiões intactas que ajudarão no processo de recuperação das demais, reduzindo o downtime do processo. O tamanho das áreas preservadas, ou seja, a distância entre os pontos de aplicação do laser, é programado no aparelho de acordo com os objetivos de cada tratamento.

A tecnologia utilizada pelo equipamento de laser CO2 fracionado é denominada fototermólise seletiva, segundo a qual é possível tratar apenas um determinado tipo de tecido sem interferir em células saudáveis com um simples ajuste no comprimento de onda do aparelho. O tipo de tratamento irá definir quais células precisam ser atingidas e a qual comprimento de onda elas são sensíveis. Colaboram ainda para preservação dos tecidos adjacentes os ajustes de potência do laser, duração do pulso e densidade de energia (fluência). Para atingir a profundidade exata de ação na pele é possível programar também a quantidade de pulsos aplicados em cada ponto, desde um (1) para aplicação superficial até cinco (5) para as camadas mais profundas.

Na formação dos tecidos estão moléculas capazes de absorver radiação luminosa denominadas cromóforos. Os cromóforos cutâneos são: água e melanina, além da células sanguíneas hemoglobina, oxihemoglobina e também pigmentos exógenos, como tinta de tatuagem. A absorção de radiação luminosa pelo cromóforo induz uma elevação da temperatura que provoca sua destruição.

Entre as propriedades físicas do tecido que influenciam na eficácia da fototermólise seletiva estão o Tempo de Confinamento Térmico (TCT), o Tempo de Relaxamento Térmico (TRT), o tamanho geométrico e o formato do tecido. O TCT é o tempo que o pulso de radiação permanece confinado ao tecido irradiado e TRT é o tempo que o tecido leva para perder 50% do calor que lhe foi cedido pela energia. Para que ocorra o dano seletivo, é preciso ajustar o comprimento de onda de acordo com as propriedades ópticas do cromóforo, sendo a quantidade de energia suficiente para provocar alterações térmicas ao tecido e o tempo de exposição menor que o TRT do alvo.

O laser CO2 fracionado possui comprimento de onda de 10.600 nanômetros, o que indica alto potencial de penetração na pele. A seleção indevida do comprimento de onda pode agredir tecidos saudáveis e provocar efeitos indesejados como queimaduras, por isso a aplicação de laser é de uso restrito dos médicos. Comprimentos de onda abaixo de 525 nm podem produzir ou aumentar manchas na pele, quando inferiores a 400 nm, dentro da região ultravioleta, podem inclusive provocar câncer.

A ação do laser CO2 fracionado pode ser bem exemplificada no tratamento de manchas da pele. O excesso de radiação solar pode provocar acúmulo de melanina em certas porções do epitélio, caracterizando manchas por diferença de pigmentação. A melanina então sofrerá ação do comprimento de onda adequado para ser vaporizada pelo laser sem prejuízo aos tecidos adjacentes. O feixe de luz é guiado até as células com maior concentração de pigmento, por isso o tratamento tem mais eficácia em peles claras, onde o acúmulo de melanina é melhor identificado. Pessoas de pele mais escura não estão sujeitas a riscos adicionais uma vez que a intensidade do laser pode ser adaptada, no entanto, é necessário um número maior de aplicações em função da redução de potência para evitar queimaduras.

Enquanto é aquecido, o colágeno sofre uma série de modificações estruturais que irão minimizar a flacidez da pele. A partir dos 63°C o colágeno começa a encolher até sofrer desnaturação entre os 70 e 80°C e ser parcialmente solubilizado, resultando na formação de uma gelatina que contribuirá para sustentação da pele. O estímulo à produção de colágeno continua durante o período de reestruturação da derme e segue ainda por alguns meses. Além de combater a flacidez este processo acelera o processo de recuperação da pele como um todo.

O procedimento é realizado com anestésico tópico aplicado uma hora antes do início do tratamento e reaplicado em 30 minutos. Durante toda a sessão o paciente tem os olhos protegidos e a pele resfriada por um compressor de ar frio. O resfriamento reduz o desconforto e suaviza a vermelhidão causada pelo aquecimento da pele.

Desconfortos no dia seguinte ao tratamento podem ser aliviados com analgésicos comuns. É normal que a pele fique vermelha, inchada e sofra descascamento durante o processo de cicatrização, sendo recomendado o uso de protetor solar fator 30 ou maior. O número de sessões depende da lesão, sendo necessário esperar todo o processo de cicatrização para realizar uma nova aplicação.

A recuperação do procedimento varia entre 3 e 5 dias, podendo estender-se até duas semanas, dependendo da profundidade e da extensão da área tratada. O paciente deve retornar ao consultório para revisão dentro de 7 dias. Após a cicatrização a pele ainda ficará rosada por algumas semanas. Uma aplicação de laser CO2 fracionado em todo o rosto precisa de, no mínimo, três meses de recuperação até que a aparência final possa ser notada.

O aparelho utilizado pela Clínica Leger é autorizado pela ANVISA possuindo finos feixes de luz que minimizam a dor, o sangramento, facilitam a cicatrização e possibilitam resultados mais naturais e harmônicos. Confira nossos tratamentos a laser.